
A Meta Platforms (META) está em negociações para adotar a energia nuclear como fonte para alimentar seus projetos de inteligência artificial (IA), que demandam grande consumo de energia.
A empresa planeja viabilizar reatores nucleares até o início da década de 2030, de acordo com pessoas próximas ao assunto.
A Meta agora se junta a gigantes como Google, Microsoft e Amazon, que também estão explorando o uso de energia nuclear em suas iniciativas de IA.
Inteligência artificial tem impulsionado a demanda por eletricidade
Um relatório da Grid Strategies LLC destacou que a crescente adoção de tecnologias de inteligência artificial tem impulsionado a demanda por eletricidade nos Estados Unidos.
Além disso, há um esforço mais amplo para encontrar soluções de energia livres de carbono, e a energia nuclear surge como uma alternativa viável por ser confiável e emitir baixos níveis dessa substância.
No entanto, seu uso continua a gerar debates devido a questões de segurança.
Incentivos federais e apoio estadual
Em 2022, a Lei de Redução da Inflação (IRA), implementada pelo governo Biden, ofereceu créditos fiscais significativos para usinas nucleares novas e já existentes.
Entretanto, há incertezas sobre o futuro desses benefícios, especialmente considerando que o presidente eleito Donald Trump, crítico da IRA, pode revisar a legislação.
Apesar das incertezas no âmbito federal, o apoio à energia nuclear tem crescido em nível estadual. No mês passado, o governador de Utah, Spencer Cox, anunciou planos para investir US$ 20 milhões no desenvolvimento de energia nuclear no estado, defendendo a iniciativa como essencial para reduzir emissões de carbono.
Da mesma forma, o governador do Texas, Greg Abbott, delineou estratégias para posicionar o estado como líder em energia nuclear.
